Oton assentiu.
Angeline percebeu a breve interação entre os dois e, logo em seguida, viu Dante entrar no carro.
— Está pronta? Ele perguntou.
— Sim, estou. Respondeu ela, ligando o carro.
Antes de descer a alameda, olhou pelo retrovisor e viu Oton parado no mesmo lugar.
— O que ele disse? Perguntou Angeline.
— Quem? Dante respondeu distraído, observando-a.
— Oton.
— Hum… nada.
— Nada?
— Dirija, vamos. Está tão confiante assim que pode se dar ao luxo de ficar olhando para os lados?
— Não… mas…
— Mas nada. Vamos. Depois veremos como está sua mira e a velocidade para armar a arma.
— Por que você está me ensinando isso? Angeline olhou para ele.
— É importante saber se defender. Disse Dante.
— Achei que você fosse meu príncipe… me resgatou em seu cavalo branco… achei que me protegeria, brincou Angeline.
— Sempre que eu estiver com você, vou te proteger. Mas pode haver um dia em que você não me queira por perto. Então, você saberá se defender.
— Sempre vou querer você por perto… murmurou e