Depois do amor, Angeline ensaboava o peito de Dante, fazendo pequenos desenhos na espuma macia e perfumada.
Dante a observava, olhos brilhantes e suaves, lábios ainda vermelhos.
Ele tocou o rosto dela, levantando-o para poder olhá-la nos olhos.
Ela piscou, curiosa.
— O que foi? Perguntou, incapaz de conter a curiosidade.
— Espero que você tenha aprendido a lição. Disse ele por fim, a voz gentil.
— Lição?
— Sim. Você pode discutir comigo qualquer coisa que seja… mas nunca deixe de seguir uma ordem minha. Quando eu digo algo, é pelo seu bem e segurança. Você me compreende?
— Eu compreendo, mas… eu só estava tentando protegê-lo. Não queria que você se envolvesse com Marco e meu pai…
— Eu já estava envolvido. Não faça nada sem me avisar. Dante respondeu firme.
— Está bem… Angeline murmurou, baixando os olhos.
— Olhe para mim. Ele levantou o queixo dela novamente. — Entendeu?
— Sim. Ela respondeu baixinho.
— Muito bem. Disse Dante, beijando-lhe os lábios em seguida.
Saíram do banheiro. Ela