A maca desapareceu pelo corredor, as portas automáticas se fecharam e os homens ficaram do lado de fora, inquietos. Alguns queriam voltar a Verona imediatamente e “terminar o serviço”, mas ninguém ousaria agir sem a autorização de Dante.
Angeline havia sido levada diretamente para a mansão. Quando o carro parou em frente à entrada, ela sentiu o coração se partir. A porta se abriu e, por um segundo, ela achou que veria Oton ali, mas a casa estava silenciosa, quase vazia.
— A senhorita fica aqui. Disse o segurança, firme. — São ordens do patrão. Ninguém poderá lhe fazer mal. Nós ficaremos de guarda.
— Eu quero ir até Dante. Angeline pediu, a voz embargada.
— Ele vai ficar bem. Respondeu o homem, tentando tranquilizá-la, mas era evidente que não tinha certeza.
Angeline percebeu que insistir seria inútil. Se Dante havia dito para mantê-la ali, eles não a moveriam um centímetro sem novas ordens.
Entrou na mansão arrastando o vestido pesado, subiu as escadas segurando o tecido para não trop