Marco chegou em casa exausto, o humor tão sombrio quanto o céu do início da noite. Encontrou o pai no escritório, uma xícara de café frio ao lado, documentos espalhados.
— Precisamos comprar a ação do último acionista. Marco anunciou sem rodeios. — Você devia falar com ele. Sei que você deve ter alguma coisa para pressioná-lo.
Dario ergueu os olhos, pesados de preocupação.
— Nada que dê para pressioná-lo a vender para nós. Suspirou. — Esse tal de Oton tem tanto poder assim? Perguntou se recosta