— Álvaro? — ela sussurrou, com a voz rouca de quem não sabia se aquilo era real.
Ele olhou ao redor, confuso, e tentou se levantar, mas a dor o fez se retrair. O olhar dele parecia perdido, como se estivesse tentando entender onde estava e o que havia acontecido.
— O que... o que aconteceu? — ele perguntou, a voz fraca, mas ainda familiar. Ele tocou a testa, onde o curativo estava, e fez uma careta de dor.
Isabele tentou sorrir, mas a tensão em seu corpo não deixava a expressão se formar.