Isabele sentia a tensão pairando no ar como uma névoa densa enquanto entrava no hospital. A dor que apertava seu peito não era mais só sua, mas de todos ao seu redor. Gabriel e Angélica caminhavam ao seu lado, mas parecia que cada um estava preso em sua própria tempestade interna. A recepção estava estranhamente silenciosa, o som abafado de passos ecoando pelos corredores frios, e o olhar da recepcionista, de uma calma distante, só aumentava a inquietação de Isabele.
— O quarto 213, por favor