Nollan
Entrei no carro e bati a porta com força.
As mãos tremiam sobre o volante.
Seis meses. Seis malditos meses.
Liguei o motor, mas não saí do lugar.
Sofia estava dizendo a verdade.
Eu sabia reconhecer quando alguém mentia. Ela não mentiu. Então…
Onde estava a Naila?
Passei a mão pelo rosto.
A notícia voltava à minha cabeça como um disco riscado.
“Havia outra pessoa no veículo…”
“O acidente pode ter sido premeditado…”
“A passageira desapareceu…”
Não.
Aquilo não podia ser coincidência.
Peguei