Nollan
O corredor da maternidade já me era familiar.
Cumprimentei duas enfermeiras pelo caminho. Uma delas sorriu e perguntou como a Syara estava. Respondi com um “melhor” automático, mesmo sabendo que era mentira.
Ela continuava deitada.
Continuava ligada aos monitores.
Continuava sem abrir os olhos.
Empurrei a porta do quarto.
Parei imediatamente.
Havia alguém sentado na poltrona ao lado da cama.
Uma mulher.
Os cabelos claros caíam sobre os ombros enquanto ela segurava delicadamente a mão da