Naila
Acordei com a estranha sensação de estar em segurança, o que só fez o meu pânico aumentar. O lençóis de seda não estavam amarrotados onde eu adormecera, no chão; eu estava na cama, perfeitamente coberta, como se ele me tivesse carregado durante a noite sem que eu desse por isso. O quarto estava vazio, o lado da cama dele frio, indicando que ele já tinha saído há horas.
Desci as escadas com a cautela de quem pisa em ovos. A mansão estava silenciosamente opressora. Não havia sinal de Lucy