Vinte minutos depois Marcela aparece com um sorriso largo me fazendo aproximar.
— Oi, como ela está? Quero muito vê-la — Pergunto ansiosa.
— Mas não vai. Aliás a partir da hora em ela estiver totalmente recuperada, vai saber quem é você e o que fez.
— Tá louca. Fiz o que, me fala.
— Deu os bombons. E isso não vai ficar assim — Pegando o celular na bolsa, ela faz uma ligação — Alô delegacia. Aqui é Marcela Regina Palermo mãe de dandara Guerra que está no hospital Botafogo porque foi envenenada por uma vagabunda que está bem aqui na minha frente. Venham buscar essa assassi...
Antes que terminasse de falar, plantei com toda força minha mão na sua cara fazendo com que caísse.
— Sua maldita — Xinga com a mão em cima.
— Levanta, levanta porque agora você vai tomar uma surra. Maldita é você.
— Hey, nunca mais toca na minha mulher — Daniel falou entrando na minha frente.
— Chifrudo. Será que não enxerga que ela só me odeia porque é loucamente apaixonada pelo meu marido. Você é cego ou o que.