Ao abrir a porta do banheiro, Dom estava de braços cruzados.
— Oi.
— Tava falando com quem?
— Com ninguém, eu estava falando sozinha e querendo entender quem possa ter feito tamanha crueldade.
— Vem — Me pegando pela mão, voltamos a sala de espera de onde Marcela chora alto. Sentando não paro de pensar na maldade do Dionísio — Me dá seu celular.
— O que amor.
— Agora — Estende a mão me fazendo tirar de dentro da bolsa — Achou mesmo que acreditei que estava falando sozinha — Indo na ligação, ele passa a mão pela barba.
— Me ouça. Não me bata antes de me ouvir. Eu não estou te traindo, mas sim liguei para ele para tentar entender porque mandou os bombons envenenados para danda.
— O que.
— Foi o Dionísio. Ele quis matar a Dandara para se vingar de você principalmente em relação a mim. E eu falei para ele que você ia saber.
Levantando, ele anda até a porta do hospital me fazendo ir atrás. Observando o que vai fazer, no meio fio joga meu celular dentro do bueiro me fazendo colocar a mão so