Capítulo 43

Sentando de frente à mim tocamos as mãos até o metre vir de encontro com o menu.

— Gosta de lagosta?

— Nunca comi, só camarão. Porque, vai pedir?

— Se quiser experimentar sim.

— Tá bom, mas não sei como se come.

— Te ensino.

Nisso deu com a mão dizendo ao rapaz que gostaria de vinho branco antes, para entrada salada da casa e canapés. Lagostas para depois com arroz branco.

— Perfeitamente senhor. Com licença.

Se afastando, penso que mesmo sendo bandido é como se fosse um rico empresário.

— Posso te perguntar uma coisa?

— Claro meu anjo.

— Os federais não te enchem o saco? Porque você é o que é e eles querem muito enquadrar todos vocês que vendem.

— Sim, mas a maioria recebe propina e das grandes. Eu também lavo dinheiro, muito dinheiro para fora do Brasil. Tenho propriedades que você não faz ideia.

— E se for preso? O que será de mim e da Dandara?

— Minha filha vai sofrer, mas ela tem a mãe. Já você vai se comportar até que eu saia.

— E se ficar mais de 20 anos?

— No Brasil? Nem em
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