Cinco horas e meia mais ou menos estaciono em frente a faculdade da qual tranquei para poder me concentrar na vingança contra o Dominic. Assim que desço do carro quase sou atropelada por uma bike que um garotinho acredito ter ficado sem freio.
“Meu Deus ele não consegue parar”.
— Segurem esse menino, ele vai se machucar. Ajudem ele.
Correndo atrás, vejo um rapaz o salvando. Ao me aproximar, também vejo o quanto está tremendo.
— Benjamin. Aí graças a Deus.
Uma mulher o abraça me fazendo sair de lado.
— Filho, você tá bem meu amor.
— Ele só se assustou — Falo e ela me olha.
— Obrigada. Você salvou a vida dele.
— Por nada. Na verdade foi aquele moço ali que o parou — Ela acena em agradecimento — Mas sim, gritei para que alguém o parasse. O que houve?
— Não sei, talvez o freio arrebentou. Quando percebi ele já estava descendo muito rápido. Aí graças a Deus não aconteceu nada. Prazer, me chamo Laís.
— Lua.
— Lua! Que nome bonito e diferente. Vamos tomar alguma coisa para eu te agradecer me