Rosângela
Ele ainda estava com aquele sorriso provocador quando chegamos perto do carro.
Balancei a cabeça, fingindo irritação.
Antes que ele pudesse abrir a porta do motorista, estendi a mão e peguei a chave da mão dele.
— Ei… — ele disse, surpreso.
Olhei firme para ele.
— Você não vai forçar esse braço.
Apontei para o braço dele.
— Deixa que eu dirijo.
Ele me observou por um segundo.
Depois soltou um pequeno sorriso de canto.
— Tá bom… tá bom.
Levantou a mão em rendição.
— Mandona.
Revirei o