Anthony
As luzes do prédio estavam acesas. A área da piscina iluminada… refletindo na água calma.
Mas nada ali brilhava mais do que o caos dentro de mim.
Eu desci do carro devagar.
O som da porta fechando ecoou alto demais no silêncio.
Respirei fundo.
O ar da noite bateu no rosto… mas não acalmou nada.
Rafael tava encostado no carro, ajustando o violão.
— Tá pronto? — ele perguntou.
Soltei uma risada fraca.
— Não.
Passei a mão no rosto.
— Mas eu preciso fazer isso.
Mais atrás estavam eles.
Rog