Rosângela
Eu caminhei até a área da piscina.
As espreguiçadeiras brancas estavam vazias, alinhadas ao lado da água azul parada. O sol já estava alto, mas ali era silencioso. Distante da casa. Distante dele.
Sentei numa das espreguiçadeiras, puxei o celular da bolsa e fiquei alguns segundos olhando para a tela.
Eu precisava falar com alguém.
Liguei para Camila.
Ela atendeu no segundo toque.
— Amiga? Tu tá viva?
Eu soltei um suspiro fraco. — Tô.
— Pela tua voz, não tá não. O que aconteceu?
Eu ol