OLIVIA
No dia seguinte, Marcus me tratou como uma autêntica soberana. Ordenou que servissem o café da manhã no quarto, preparou-me um banho perfumado e, depois, perguntou se eu ainda pretendia viajar para a nossa lua de mel como havíamos combinado. Sugeriu que chamássemos aquela escapada de pré-lua de mel, simples férias, deixando a celebração oficial para quando o casamento se consumasse. Recusei de maneira delicada; expliquei que, antes de qualquer viagem, precisava acertar as contas com Nick.