Um tapa foi dado, Isabela ficou surpresa por um momento, retirou rapidamente a mão e olhou culpada para Cláudio.
- Descul... Desculpe, eu...
- Não vou te culpar, não precisa se desculpar. - Dito isso, Cláudio ligou o carro e saiu rapidamente da rua estreita, virando na primeira esquina e entrando na avenida.
Isabela estava confusa e agitada, não podia simplesmente deixar Cláudio se sacrificar, mas não sabia como persuadi-lo.
- Cláudio, mesmo se quisermos nos vingar, precisamos planejar com cuida