Mundo ficciónIniciar sesiónCamila jamais esperava pelo o que pai havia feito para quitar as suas dívidas, é tudo que imaginava andando na direção do carro de seu novo dono, era que um milagre fosse resgata - lá daquele inferno, mas estava indo para dentro da boca do leão. Um acordo foi feito entre seu novo dono e ela, ela podia estar em todo lugar com ele, mas ele jamais teria seu corpo a sua alma é seu coração, entretanto ele estava disposto a ter tudo isto é muito mais. A pergunta era se Camila estava disposta a negar ou aceitar ?
Leer másFinal-- Chegou cedo demais -- José tinha em sua mão um buquê de flores e uma cesta de chocolate um sorriso debochado, mas havia algo em seus olhos um certo desconforto -- onde vamos hoje? -- Estava pensando em uma praia -- ele encarou o sol coçou a cabeça -- um pouco longe da cidade grande. Havia algo no modo em que dizia suas palavras, encarei seu rosto por um tempo, mas ele não me deu chance de dizer uma palavra. Pegou em minha mão é que mãos quentes eram as suas, elas sempre me faziam sorrir todas vez que seus dedos entrelaçaram ao meus, quentes, grandes eu me sentia extremamente segura perto de José. Não demorou muito para que estivéssemos longe da cidade indo em direção a lagoa, ele volta e meia olhava para mim com um rosto preocupado, também parecia tentar procurar algo em minhas expressões. -- O que foi? Não conseguia mais aguentar aqueles olhos me analisando, ele segurou minha cintura me tirando para fora do carro, o mar estava agitado, ele pegou um chapéu de praia no por
-- Muito obrigada -- repetia ao motorista enquanto saia do carro apressadamente o sorriso dele ficava cada vez mais estranho -- muito obrigada.-- É aqui mesmo onde a senhorita mora? Perguntou ele de repente saindo do carro, não o respondi, agora percebi a loucura que havia feito, o homem que eu havia pego a carona no impulso estava bêbado, o cheiro forte de bebida havia me feito ficar alerta o caminho de casa todo. Não falava uma palavra, fingiu ainda tristeza, mas sem tirar os olhos na direção do motorista que me olhava e sorria maliciosamente. Não o respondi, apenas virei o meu rosto e prossegui para dentro de casa, mas ele havia sido mais rápido, pegou em meu braço e puxou-me para sua direção, segurava meu braço com uma força exagerada.-- Me solta. Gritei bem alto esperando acordar os vizinhos, mas não havia ninguém na rua naquela hora da noite, não devia ter fugido de José, mas agora não tinha como voltar atrás.-- Não estou te segurando -- riu ele enquanto apontava o dedo par
Não devia estar aqui, não devia estar aqui, repetia a mim mesma enquanto a estrada ficava cada vez mais longe da cidade Grande. Fingia não demonstrar medo, mas começava a pensar se era um bom plano seguir José por aí, ele não era um policial, nem tão pouco eu era. Eu tinha apenas as minhas unhas para me proteger, virei meu rosto para ele em silêncio procurei pelo carro algo que pudesse ser usado caso fosse atacado pelos bandidos.-- Você tem uma arma? Perguntei logo em seguida abrindo o porta luvas, salgadinhos e documentos que estavam presentes no local.-- Tenho -- respondeu ele piscando para mim -- mas não está guardada no porta luvas.-- Isso não é uma brincadeira.-- Mas eu não estou brincando -- ele virou o rosto para a estrada bem mais sério -- não há necessidade de ficar com medo, eu estou aqui, não vou deixar nada acontecer com você.-- Não estou com medo -- minha voz vacilou e eu revirei os olhos para a janela, ele sabia que era mentira, o silêncio parou por alguns segundos
Não devia ter seguido ele, devia ter ido para casa, não devia dar a chance de ele achar que eu queria estar com ele. Não queria, mas estava em seu carro seguindo rumo que eu não tinha certeza qual era um detetive particular em um carro escuro. Uma garota rica que tinha tudo que desejava um destino cruel para mim, não pude deixar de rir comigo mesmo.-- Qual é o seu trabalho hoje? -- perguntei enquanto fingia indiferença -- vigiar alguma amante? -- Meu trabalho é mais sério do que pensa -- ele esticou os braços para o envelope atrás do carro e colocou sobre os meus joelhos -- uma criança desaparecida.-- Isso não é trabalho para a polícia. Retruquei enquanto abri, curiosa o envelope pardo em minhas mãos.-- Se eles fizessem o trabalho bem feito não teríamos pessoas estampadas nas caixas de leite. Uma foto de uma criança olhos grandes, pele clara, olhos castanhos escuros, cabelos ondulados um sorriso tímido encarando meu rosto, uma pequena menina, tinha pela aparência uns seis anos de





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