A manhã chegou fria, com o vento entrando pelas frestas da janela e o cheiro de terra úmida vindo do bosque ao redor da casa. Eu mal tinha dormido. Aquela visão — ou sonho, se é que posso chamar assim — ainda me atormentava. A imagem da mulher com olhos diferentes não saía da minha mente. Um verde e um azul. O arco de luz. A menina de cabelos brancos dizendo que era a nossa mãe, depois que voltei dormir apaguei, e quando acordei os gêmeos já tinham levando e me senti sozinha.
Desci as escadas d