Capítulo 232
Manuela Strondda Lindström
O cheiro de sangue ainda parecia grudado na minha pele quando entramos no carro pra ir embora.
Olhei para minhas mãos. Tremiam levemente — não de arrependimento. De descarga. De fim.
Hugo dirigia com o maxilar firme, mas a mão dele estava na minha coxa. Discreta, mas presente.
Quando chegamos em casa, o portão se abriu devagar. A propriedade parecia absurdamente tranquila comparada ao que havíamos deixado para trás.
Assim que entramos, o celular dele toco