Nayla
Acordei às nove da manhã e perdi completamente meu dia no mercado.
E a culpa tinha nome, rosto e autoridade suficiente para parar metade da cidade: Adir.
Ele me acordou às três da madrugada para me chamar para perto dele, e eu não tive coragem de dizer não. Bastou a mão dele deslizar por baixo da camisa que eu usava para que todo o meu corpo cedesse. Eu sei exatamente o que sou nessas horas: imprudente, intensa e completamente consciente disso.
Levantei da cama procurando por ele, mas o q