O impacto do meu corpo contra a armadura de prata de Kael soou como o badalar de um sino na manhã gelada de Obsidiana, mas, para mim, foi o som de uma prece finalmente atendida.
Eu não freei os meus passos. Atirei-me contra ele com uma força cega, desesperada, e o meu primogênito sequer vacilou. Kael abriu os braços um milésimo de segundo antes da colisão, envolvendo-me com a firmeza de um deus da guerra e a ternura de um menino que finalmente encontrava o caminho de casa. Ele ergueu-me do chão