A noite pareceu durar um século, arrastando-se pelos corredores de Obsidiana como um predador letárgico. Eu não consegui pregar os olhos por um único segundo. Trancada nos meus aposentos, deitada sob pesadas peles de urso, eu encarava o teto de pedra enquanto o meu corpo inteiro tremia, vítima de uma febre que não nascia do frio da montanha, mas da podridão que parecia ter infectado o meu próprio sangue.
O cheiro de Aedan recusava-se a abandonar as minhas narinas. A lembrança do hálito dele bat