Mundo de ficçãoIniciar sessãoNarrado por Emanuelle
A cada passo até o altar improvisado, eu sentia o olhar dele queimando em minha nuca. Samuel. Tão previsível em sua arrogância, tão patético em sua tentativa de me controlar com o silêncio.
Eu havia aprendido a engolir as ausências dele, como se fossem pílulas — sem água, sem gosto, sem alternativa.
Mas aquela manhã foi a última vez.







