HANNER NARRANDO
Alana parecia muito animada. Eu estava em silêncio, apenas observando como ela estava feliz.
— Você passou repelente, Hanner? — Neguei com a cabeça.
— Pra quê?
— É mato. Onde tem mato, tem insetos! — Dei os ombros.
— Minha pele é dura demais, eles nem conseguem me morder. — Ela riu com o comentário.
— Jacaré, então?
— Devo ser.
Duas horas depois, e com uma conversa muito agradável no carro, chegamos ao parque. Eu estacionei no estacionamento, e descemos. Alana parecia muito cont