ALANA NARRANDO
Eu, que achava que minha vida seria uma porcaria depois daquele contrato, paguei minha língua. Meu coração não poderia estar mais seguro nas mãos de alguém, sinceramente.
— Vamos para casa, meu amor? — Hanner disse, enquanto ajeitava a última mala no porta-malas.
— Vamos. — Eu sentei no banco do passageiro e ele gentilmente fechou a porta.
Marie estava no banco de trás, ela revezou com Hanner aqui no hospital para cuidar de mim. Foi muito bom ter minha irmã por perto.
A nossa vid