Hesitei no banco do táxi, dando vez ao meu coração que estava batendo acelerado para me acalmar, Olhei para o portão e, depois de alguns segundos, suspirei, abri a porta e fui descendo devagar.
— O que você quer agora, Ana? — perguntei, a voz firme, mas se traindo com um leve tremor de curiosidade.
Ela estava ali, os olhos vermelhos, o rosto inchado de choro, respirando com dificuldade, a voz dela até saía aos soluços
— Christine… se você realmente ama Enzo… você não deveria ir.
Franzi