*Henry*
O escritório estava imerso em um silêncio sagrado, cortado apenas pelo crepitar brando da lareira e pelo som da respiração de Elise se estabilizando contra o meu peito.
Eu a mantinha envolta nos meus braços, no tapete grosso diante do fogo, sentindo o calor absoluto da pele dela contra a minha. O meu coração humano ainda batia descompassado, inebriado por uma vitória que não pertencia a nenhuma guerra ou conquista territorial. Eu estava perdido nas sensações, idolatrando o fato de que,