Isabella
De cabeça baixa, entro no carro de luxo. No volante, o aprendiz de cavalo me lança um sorriso discreto — talvez tentando aliviar a tristeza escancarada no meu rosto. Desvio o olhar. Não por desprezar o gesto, mas porque sei que simpatia nenhuma seria capaz de mudar os fatos ou suavizar o peso da minha realidade naquele momento.
Abraço a pasta de plástico contra o peito. Ali dentro estão meus documentos. Só isso. É tudo o que estou levando para meu novo lar.
O que mais me irrita é perce