David
Olho para o corpo pequeno de Isabella na imensa cama.
Ela dorme desde que chegamos, como se o mundo finalmente tivesse desligado o peso dos ombros dela por algumas horas. Os cabelos espalhados nos lençóis brancos, o rosto sereno… tão sereno que parece impossível que, minutos atrás, ela estivesse tremendo e chorando como se tivesse sido arrancada do próprio chão.
Eu a observo em silêncio.
E essa visão… me destrói.
Me destrói porque me dá paz — e porque me dá medo.
Deito-me aos pés da cama,