Layla abriu a porta com cuidado; não queria acordar os pais e muito menos levar um sermão da mãe.
Tirou o tênis na entrada e, na ponta dos pés, seguiu para o seu quarto. Ao passar pelo corredor, deu de cara com o pai.
— Que susto o senhor me deu! — disse ao pai, que estava indo até a cozinha encher a jarra de água.
— Está chegando agora? — Furkan perguntou, e Layla respondeu que sim.
— E como foi a exposição? A senhora Hatice deve ter ficado feliz ao encontrar você e Samia prestigiando o trabalho dela.
— Foi tudo perfeito, papai, e eu avisei a ela que semana que vem estarei lá para o início das aulas. Agora vou para o meu quarto, porque se a dona Eda me pegar aqui, ela vai me encher o saco.
A filha deu um beijo no pai, desejou boa noite e entrou em seu quarto.
Colocou a bolsa em cima da mesa de estudos, tirou a jaqueta, jogou-a em um canto qualquer do quarto e foi se deitar na cama com seu vestido.
Ela ainda não conseguia acreditar que Emir a acompanhara até a galeria, a levara para j