— Quando nos conhecemos, eu fiquei curioso por você fazer tanta questão pelo conserto dessa pulseira.
Apontou para o pulso dela que mexeu nos berloques sorrindo para Emir.
— Quero dizer que as garotas da sua idade se importam mais com um aparelho de celular do que qualquer outra coisa.
— Talvez porque essa não é uma pulseira qualquer e sim um presente de alguém que eu amava muito.
Emir notou que o olhar dela ficou triste e se perguntou se era presente de algum ex-namorado.
— E quem te deu o presente?
Layla respondeu que contaria, mas que não era para ele rir.
— Quando fiz 15 anos, eu vi essa pulseira na vitrine de uma joalheria na cidade natal da minha mãe.
Emir prestava atenção ao que ela falava.
— Mamãe nasceu em Bodrum, geralmente vamos para lá nas férias de verão. Enfim, quando estava visitando a cidade, meu avô me levou para um passeio pelo centro e encontrei essa peça na vitrine e achei a coisa mais linda do mundo. Mesmo simples o valor era alto e não tinha como pagar. Após pedi