GISELE NARRANDO:
Quando saí do edifício luxuoso onde Rodrigo morava, senti como se estivesse em um sonho ruim, daqueles que a gente quer acordar, mas não consegue. Entrei no primeiro táxi que vi, e minha mente estava em turbilhão. O peso do que acabara de acontecer, a descoberta de que Rodrigo fez o exame de DNA pelas minhas costas, enquanto aquela loira platinada estava lá no apartamento dele, me acertou em cheio, como um soco no estômago. Minha visão ficou turva, e por um instante, eu apertei