Manu narrando
Eu estava um caco, minha cara nem eu mesma reconhecia. Meu cabelo tava um trapo, sentia falta da minha cabeleira pessoal, das minhas inúmeras roupas de grife, de ir passar uma tarde inteira no shopping gastando o dinheiro do meu pai com coisas fúteis.
— Quer comer algo, Manu? — Nanda me perguntou e eu neguei.
Eu e ela criamos o que pode se chamar de amizade, ela é uma ótima pessoa mesmo morando nessa droga de lugar.
— Ai Nanda, minha barriga parece que vai revirar!
— É assim mesmo