Merda. Merda. Merda! Cada palavra de Alexander ecoa na minha mente, e o pânico rasteja pela minha espinha como um veneno lento. Não é possível que isso esteja acontecendo. De todas as coincidências malditas do mundo, esta é, sem dúvida, a mais cruel de todas, a mais impossível, a mais insuportável.
Vejo Alexander erguer levemente a sobrancelha direita, sua expressão assumindo uma nuance de surpresa. Ele está analisando minha pergunta lançada às pressas, uma reação impulsiva e descontrolada que