Ando de um lado para outro nesse pequeno cubículo que eles ousam chamar de cela. As paredes são de pedra fria, úmida, exalando um cheiro abafado de mofo e abandono. A luz pálida da lua cheia invade o ambiente por uma única janela alta, pequena demais para que eu possa sequer sonhar em escapar por ela. A luz cria sombras alongadas no chão de pedra, brincando com minha mente já à beira de um colapso.
Uma risada histérica escapa dos meus lábios, um som que reverbera pelo espaço vazio, carregado de