Capítulo 11
Maria Luíza
Acordei ofegante, com o coração disparado, os olhos arregalados tentando entender onde eu estava. A luz suave do quarto parecia distante, como se eu estivesse presa entre a realidade e um pesadelo do qual não conseguia escapar. Levei alguns segundos até reconhecer o quarto. A primeira coisa que senti foi o toque firme e quente de uma mão segurando a minha.
— Calma, Maria Luíza. — A voz dele era baixa, quase suave, o que era estranho vindo de alguém como Alexei que