Depois de muita insistência, Esmeralda cedeu. Arthur tentava ser forte; não era fácil ver sua esposa desmoronar diante dele. Mas precisava manter-se firme por ela, pois sabia que, se começasse a chorar, não conseguiria parar.
Arrependeu-se amargamente de ter deixado que saíssem naquele dia. Deveria ter dado mais atenção ao pressentimento ruim que sentira logo pela manhã e protegido as duas. Não deveria ter permitido que saíssem, nem ter ido àquela maldita reunião. Nunca se perdoaria por isso.