— Está bem, vocês têm razão. Mas não irei concordar com essa tolice e não permitirei que ela vá para um hotel, Margarida ficará sob os meus cuidados — Catarina disse.
Não adiantaria insistir. Esmeralda ficou em silêncio e encarou o primo, que parecia tão preocupado quanto ela. Henri levou a mala até o carro que esperava por Catarina. Esmeralda se despediu da mãe e subiu para o quarto. Antes de entrar, encarou a porta ao lado. Era estranho estar naquela casa; fazia pouco tempo que saíra e pare