— Bom dia. — A moça do outro dia, Sabrina, revira os olhos ao me reconhecer. — Você de novo? Garota insistente!
— Bom dia, gostaria de falar com o senhor Arthur uma última vez. Poderia, por favor, chamá-lo? — Tento ser o mais educada possível; minha posição é a de quem deveria se reverenciar aos pés dele, se isso fosse adequado e não humilhante.
— Ele não está em casa e, mesmo que estivesse, não iria receber você. Recebi ordens diretas do patrão. — Ao finalizar sua fala, bate a porta. Com certe