Isabella
Quero correr em direção a cozinha, mas sinto que minhas pernas não têm força o suficiente, não consigo controlá-las. E tudo demais para mim.
O nó em minha garganta dobra de tamanho e eu desabo.
Me recosto na parede do corredor e deixo as lágrimas saírem, me entregando ao choro copioso. Porque dói, dói de uma maneira que sufoca, e como se eu estivesse perdendo o meu pai, assim como a minha mãe. Dói saber que Emilie e Emma não se importam, que não tem o mínimo de compaixão.
Meu coração