Bruno Lafaiete
Ignoro o silêncio da mansão, cruzando os corredores escuros, descendo os degraus apressado até entrar no escritório do meu tio, ligo os abajures indo direto para o cofre e retirando alguns livros de contabilidade da organização dos anos em que o suposto sequestro aconteceu.
Sento na cadeira de couro dele, junto com os livros na mesa, abrindo o notebook e pegando um lápis junto com uma folha em branco. Abrindo os registros e conferindo cada valor arrecadado pelas famílias da época