Capítulo 67

Juliana Bezerra

Eu estava deitada no colchão fino, com a Mel grudada em mim, o corpinho pequeno tremendo de medo, mesmo tentando ser forte. Eu fazia carinho no cabelo dela, devagar, como se aquilo pudesse segurar o mundo no lugar.

Então a porta se abriu.

O rangido foi lento. Cruel.

Margot entrou rindo. Não era um riso alegre era debochado, venenoso. Aquela risada que machuca mais do que tapa.

— Olha só… ela cruzou os braços, me encarando de cima a baixo. A princesinha e a cria.

Mel se mexeu n
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