Marcelo.
— Eu conheci a Thalia no hospital no dia em que fui conhecer seu filho, Mateus. — Olhei para o meu irmão.
Ele havia se sentado na cadeira vaga ao lado de Catarina.
— Ela estava passando mal, então a ajudei.
— Um bom samaritano? — Meu irmão debochou e eu lhe dei o dedo.
Algo muito maduro, eu sei.
— Por que não a levou para ser atendida por um médico ou enfermeiro? — questionou minha prima.
Soltei um suspiro, eu queria fazer isso, mas a teimosa da Thalia não aceitou.
— Ela havia acabado