Assim que entrei no quarto de Nicolas, ele fechou a porta atrás de nós e me puxou suavemente para seus braços. Seu toque era quente, reconfortante, e seu olhar me prendia de uma forma que fazia meu coração acelerar.
— Finalmente sozinhos — ele murmurou, deslizando as mãos por minha cintura.
Sorri, sentindo meu corpo arrepiar sob seu toque.
— Achei que você estivesse cansado — provoquei, entrelaçando meus dedos nos cabelos dele.
— Para você, sempre terei energia — ele sussurrou antes de