Nicolas Santorini
A luz do sol atravessava as amplas janelas do meu escritório, refletindo nos móveis de madeira escura. O relógio marcava pouco mais das nove da manhã, e eu já estava submerso em reuniões e relatórios. Meu trabalho nunca dava trégua, mas hoje minha mente ainda estava presa nos eventos da noite anterior.
A degustação de doces.
Só de lembrar, minha expressão se fechou. Uma câmara de tortura teria sido mais agradável do que aquele festival de açúcar. Mas ver o brilho nos olhos de