Jhulietta Duarte
O silêncio do quarto era reconfortante. Meus olhos já estavam quase fechando quando o toque insistente do celular vibrou na mesa de cabeceira. Soltei um resmungo, virando para o lado e estendendo a mão para pegar o aparelho. Quem poderia estar ligando a essa hora?
Meus olhos semicerrados se arregalaram ao ver o nome de Renata brilhando na tela. Sentei-me rapidamente, a preocupação despertando cada célula do meu corpo.
— Renata? Aconteceu alguma coisa? — perguntei, minha vo