Nicolas Santorini
Meu sangue fervia. A raiva corria pelas minhas veias como um incêndio descontrolado. Eu apertava o celular com tanta força que se fosse de vidro, já teria se estilhaçado em minhas mãos.
— Quero que descubram quem foi o imbecil que escreveu essa palhaçada e acabem com ele — rosnei para meu advogado, César, que permanecia do outro lado da linha.
— Já estou cuidando disso, senhor Santorini. Mas precisamos agir com estratégia. Entraremos com um processo por difamação e danos m