Enquanto observava as crianças se empanturrando de sorvete na sala de estar, senti uma alegria genuína aquecer meu coração. As risadas ecoavam pela casa, e por um momento me perdi na cena, pensando que seria divertido ter um bebê.
Anos atrás, deixei de ter esse sonho, mas agora, com Nicolas, posso sonhar novamente. Suspirei, tomando o último gole do meu café antes de me levantar.
— Certo, turma! — falei alto o suficiente para superar o burburinho animado. — Já se divertiram bastante. Que ta